UMA AVALIAÇÃO DO ESTIMADOR DE PSEUDO-VEROSSIMILHANÇA PARA MODELOS
AUTOLOGÍSTICOS ESPACIAIS

Denise Nunes VIOLA[1]

Clarice Garcia Borges DEMÉTRIO[2]

Paulo Justiniano RIBEIRO JR[3]

Bryan Frederick John MANLY[4]

§                     Resumo: Neste artigo, foi feito um estudo de simulação para verificar o comportamento dos estimadores de pseudo-verossimilhança dos parâmetros do modelo autologístico, considerando diferentes estruturas de covariáveis e de vizinhança, três intensidades de infestação de uma praga e cinco valores para o parâmetro de correlação entre os vizinhos. Uma aplicação dos modelos considerados foi feita a um conjunto de dados provenientes de um experimento com pimentão, utilizado por Gumpertz, Graham e Ristaino (1997). Mostra-se que o método de estimação por pseudo-verossimilhança pode ser usado, com certa cautela, quando o interesse está na contribuição das covariáveis, mas não deve ser usado quando o interesse está na estimação da correlação espacial.

§                     PALAVRAS-CHAVE: Modelo autologístico; dependência espacial; dados binários; pseudo-verossimilhança, bootstrap.

 



[1] Departamento de Estatística, Universidade Federal da Bahia, Av. Adhemar de Barros, s/n - Campus de Ondina CEP: 40.170-110, Salvador, BA, Brasil. E-mail: viola@ufba.br

[2] Departamento de Ciências Exatas, ESALQ/USP, Avenida Pádua Dias, 11, CEP: 13418-900, Piracicaba, SP, Brasil. E-mail: clarice@esalq.usp.br

[3] Laboratório de Estatística e Geoinformação, Universidade Federal do Paraná, Caixa Postal 19.081, CEP: 81531-990, Curitiba, PR, Brasil. E-mail: paulojus@ufpr.br

[4] Departamento de Ciências Exatas, ESALQ/USP, Avenida Pádua Dias, 11, CEP: 13418-900, Piracicaba, SP, Brasil. E-mail: bryanmanly@lycos.com